O amor me diz tantas verdades, tantas mentirAs. O amor é cruel. Ele também sente dor, também chora. Já me disseram que é uma tal de ferida que se tem e não se sente. Concordo, mas discordo de se um contentamento descontente. É um contentamento contente, contido algumas vezes. Voraz em outras. Mas nunca descontente. Descontentaçao não te da amor, não te traz amor. O amor conversa comigo todos os dias. Conversa devagar, conversa baixo. As vezes ele grita de me deixar surda, outras encabulada. O amor me faz promessas, me faz juras. Mas ele esquece algumas, lembra de outras e surpreende sempre. Quando decidi conversar com o amor, decidi me abrir a ele. Me confessar de pés juntos, me dedicar. Decidi que precisava saber o que era amar, saber o que é ser amado. Saber o que é o amor. Mas nunca irei entendê-lo de verdade. Só consigo entender que sou feliz amando, que sou feliz sendo amada. Mesmo sabendo desse amor inconstante, torto, mas amor verdadeiro, que ninguém nunca irá arrancar de mim. Ah, esse amor…

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Sobre cahmunchen

Precisa de mais Mais de mim Mais disso Mais daquela liberdade de encontro ao mundo Mais de poder correr sem parar Sentir o vento pelos meus cabelos Poder sorrir e falar Poder abrir os braços e gritar Encher os pulmões de ar e pular
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